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terça-feira, 24 de janeiro de 2012

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DESAPRENDER O MUNDANO PARA ENTRAR NO DIVINO


Jesus Cristo disse que as crianças eram o modelo para quem quer entrar no Reino dos Céus. Ele disse: “Eu lhes asseguro que, a não ser que vocês se convertam e se tornem como crianças, jamais entrarão no Reino dos céus.”

Um dia fomos crianças. Éramos puros, inocentes, sem malícias... Então vieram os educadores e construíram em nós uma cultura. Deram-nos um nome de família, uma nacionalidade, uma religião, uma formação... E tudo que ganhamos com isso foi: stress, cansaço, perturbação... “Evoluímos” na ciência, na tecnologia e há um sistema que nos obriga a conhecer e ter cada vez mais. O preço disso é a infelicidade... Estamos cheios, cansados, sobrecarregados... E o pior é que queremos nos aliviar buscando mais coisas; enchendo-nos de mais coisas. E isso não está resolvendo absolutamente nada. Pelo contrário! Só está nos piorando...

Se observarmos o ensinamento do Mestre com consciência, perceberemos que o que Ele está nos ensinando como solução para sairmos do reino do inferno e adentrar no Reino dos Céus, é: desconstruir, desfazer, desaprender, tudo aquilo que foi colocado em nós – as nossas cadeias. Eis o segredo da libertação!

Então desaprenda o orgulho. Desfaça a vaidade. Desconstrua a malícia... Você voltará ao Reino dos Céus.

Edson Carmo - em Mulheres INDO

sábado, 24 de dezembro de 2011

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FELIZ NATAL A TODOS!!!


O verdadeiro Natal não é esse do dia vinte e cinco de dezembro. O verdadeiro Natal é aquele dia em que Cristo – como Espírito, como mensagem e estilo de Vida – nasceu em nosso coração. Assim, meu Natal é num dia, o seu é em outro... Não importa! O importante mesmo é que lembremos de que Ele vive em nossos corações! Esse é o motivo do nosso Amor, da nossa Alegria, da nossa Paz, de tudo o que é Maravilhoso. Se essas coisas ainda não aconteceram a alguém, então esse alguém não pode comemorar o NATAL.

Feliz lembrança do nascimento de Cristo em seu coração.

Edson Carmo em - Mulheres INDO

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

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O AMOR ARREBATADOR


"Muitas pessoas me perguntam se alguém pode amar muitas vezes. Entendendo do que se trata respondo: sim, pode, porque o amor tem vida própria, ele não depende de outra pessoa para existir, ele só depende do amante, ele está no amante. É claro que o amante só poderá amar, dar o seu amor se encontrar a amada – porque se isso não acontecer, o amante amará quem? Assim o amor sempre existe, a grande questão é encontrar o amado, a amada.

Mas o amor que arrebata todo o ser, que aquece o viver, que inebria a alma, que faz a pele se unir ao ser, que sobrevive a dor, que paga a si mesmo com o privilégio de existir, e não pode deixar de ser o que é... Sim, esse amor só acontece uma vez. Este amor poucos conhece. Os que o conheceram nunca o deixaram, pois esse amor se instalou no cerne da alma. Os que tentam viver outra vida depois disso sofrem e não conseguem fingir. No seu quarto nunca mais terá apenas duas pessoas, mas três. Quem tentar suportar a carga de quem vive sob o encanto desse amor ganhará pouca atenção, mesmo sem merecer; e se sentirá estranho e desprezado, mesmo que entregue todos os seus bens por ele. Pois esse amor não está à venda e nem se impressiona com hotéis, viagens, riquezas e honrarias. Um barraco serve eternamente aos confortos desse amor, se o amado, a amada estiver ao lado.

Esse amor arrebatador acontece uma única vez e quem um dia o beijou achará todos os demais lábios frios como se fossem de gelo. Quem não quiser sofrer, não escolha beijar quem já beijou e foi beijado pelo amor arrebatador!"

Edson Carmo em - Mulheres INDO

sábado, 3 de dezembro de 2011

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A DIFERENÇA ENTRE A ALEGRIA E O MOMENTO ALEGRE


Cada pessoa pode alegrar-se por duas vias. Há a alegria, e há o reflexo da alegria. A alegria-reflexo, é aquela que é percebida através de algo que funciona como um espelho. A alegria autentica, é aquela que só pode ser percebida diretamente, ela não é possível por meio de intermediários. Esses são dois níveis diferentes: um é o nível superior, e o outro é o nível inferior.

No nível mais baixo, a alegria é dependente. No nível mais alto, a alegria é independente. No nível mais baixo, o ser goza alegria ao ver seu reflexo no espelho, que nada mais é que seu relacionamento com os outros. No nível mais alto, o ser goza alegria ao estar consigo mesmo. Por esse motivo, no nível inferior a alegria acontece num momento. Mas no nível superior ela é permanente.

Para sentir alegria permanente, temos que encontrar o ser. E como podemos encontrá-lo? Bem, através das outras pessoas, encontramos apenas o seu reflexo. Mas através da auto-inquirição, podemos encontrá-lo e saber como ele é. O ser é pura alegria! Assim, quando a alegria depende dos outros, ela é passageira – porque ninguém pode estar conosco a vida inteira; ninguém fica em frente de um espelho a vida inteira. Quando a alegria é oriunda do encontro direto com o ser, então ela é permanente, porque ele está sempre conosco. Saber disso é uma questão de descoberta, então descubra isso, a alegria será a conseqüência perene.

Edson Carmo em - Mulheres INDO